"Pessoas consideradas difíceis estão por toda parte.
Há as falantes demais, as inoportunas, fofoqueiras, intrometidas, egocêntricas,
nervosas em excesso, explosivas, que nunca estão erradas. Lidar com elas, no
dia-a-dia, é um grande exercício de tolerância e conhecimento dos próprios
limites", afirma o psicólogo e consultor organizacional Rogerio Martins,
da Persona Consultoria e Eventos. Impressionante como existem certas pessoas
que interpretam às avessas o que você diz e movidas por seu lado pessoal ou algum
sentimento de inferioridade, complexo, frustração, falta de maturidade encontram
"brechas" para julgar, criar polêmica.No contexto pessoal é
deplorável e no profissional isso se torna inaceitável.
Tenho observado que
tais costumam levar tudo para o lado pessoal, não separam as coisas, misturam
sentimentos pessoais com negócios e ultrapassam de seus limites de ética,
respeito e integridade, por conta de seus supostos "orgulhos e
prepotências". O bom êxito na vida profissional, familiar, afetiva ou
sexual depende, em grande parte, da capacidade de orientar os ímpetos
agressivos de forma criadora, nunca destruidora. Um soco na mesa às vezes é
necessário, e sempre menos prejudicial do que um soco na cara de um
interlocutor irritante.
Da mesma forma, buscar alívio numa discoteca, numa
partida de tênis ou futebol levará a resultados bem mais saudáveis do que
pressionar o acelerador do carro em movimento. Muitas pessoas se livram de sua
raiva lançando-se obstinadamente ao trabalho. O rendimento, nessas
circunstâncias, poderá não ser dos mais altos, e a energia desperdiçada poderá
ser muito maior, mas certamente superará em qualidade qualquer outro tipo de
agressão direta. Não se espere condescendência de encrenqueiros. A história
afetiva que nos ligue a essa espécie peçonhenta não tem significado suficiente
para que nos poupem de seu veneno. São impiedosos e, quanto mais perto dessa
laia de gente estivermos, pior. Têm como pressuposto de vida plantar e cultivar
a discórdia.
Com tendências sadomasoquistas, visto que ao tempo em que atacam e
têm consciência de seu ato ofensivo, incitam a reações semelhantes contra si
fazendo-os partícipes continuados desse ciclo de intrigas: bater e levar. São,
na verdade, uns pobres coitados desprovidos da consciência de sua insignificância,
repletos de frustrações inconfessáveis, que vivem a disseminar desavenças e
confrontos para fazer da vida daqueles que têm a má sorte de lhes encontrar o
inferno que é a sua própria existência. Para conviver em harmonia com pessoas
"difíceis", é necessário saber, primeiramente, quais são seus
próprios limites. Até que ponto você é capaz de suportar certos comportamentos?
Qual seu nível de tolerância para determinadas ações? Analise como você se
comporta. Há pessoas que entram em colapso nervoso, quando o chefe ou os
colegas de trabalho que não respeitam limites exercem intensa pressão. Treine a
paciência como você treina o seu corpo. Condicione-a. Deixe-a preparada para
qualquer situação. Evolua. Supere. Não torne nada mais difícil. Não piore uma
situação naturalmente desfavorável.
Fontes de pesquisa:
http://www.via6.com
http://www.terra.com.br
http://www.debatesculturais.com.br
http://www.administradores.com.br
http://porquesublimarpreciso.blogspot.com.br











































