A Enciclopédia Católica (em
inglês) define o exorcismo como "o ato de expulsar, ou repelir, os
demônios ou espíritos do mal de pessoas, lugares ou coisas, que acredita-se
estarem possuídas ou infestadas por eles, ou propensos a se tornarem vítimas ou
instrumentos de sua malignidade".
Resumindo, é um ritual realizado por
padres católicos para expulsar o demônio. Nas culturas egípcia, babilônica,
assíria e judaica, atribuíam-se certas doenças e calamidades naturais à ação
dos demônios. Para afastá-los, recorria-se a algum esconjuro ou exorcismo. A
cultura ocidental recebeu essas idéias através da Bíblia e do cristianismo
primitivo. No cristianismo, exorcismo (do grego exorkismós, "ato de fazer
jurar", pelo latim exorcismu) é a cerimônia que visa esconjurar os
espíritos maus, forçando-os a deixar os corpos possessos ou dominar sua influência
sobre pessoas, objetos, situações ou lugares.
Quando objetiva a expulsão de
demônios, chama-se Exorcismo Solene e deve fazer-se de acordo com fórmulas
consagradas, que incluem aspersão de água benta, imposição das mãos,
conjurações, sinais da cruz, recitação de orações, salmos, cânticos, etc. Além
disso, o ritual católico do exorcismo pode ser executado por sacerdotes somente
quando são expressamente autorizados por bispos. A fórmula utilizada nas
igrejas evangélicas é simples, baseando-se na utilização de "O nome de
Jesus".
A pessoa que apresenta sintomas de possessão ou infestação por
demónios ou espíritos imundos ficaria libertada após a imposição de mãos e
declaração verbal por parte do pastor ou autoridade equivalente na igreja, para
que as entidades estranhas à pessoa se retirem. Atualmente, algumas
denominações evangélicas defendem e praticam o exorcismo, de entre as, a Igreja
Universal do Reino de Deus, com práticas consideradas não tão ortodoxas, como o
"corredor de sal", a Igreja Pentecostal Deus é Amor, a Igreja Maná, a
Igreja Renascer em Cristo entre outras.
Esse ritual é praticado também por
padres católicos, há relatos de que outras culturas também realizavam rituais semelhantes
a esse. Atualmente, a Igreja Católica Romana ainda acredita em possessões
diabólicas e seus sacerdotes realizam o “exorcismo real”, um ritual de 27
páginas onde se utiliza água-benta, preces e relíquias (ou símbolos cristãos)
com o objetivo de expulsar demônios ou espíritos malignos. O que leva alguém a
ser possuído? Indivíduos com problemas mentais poderiam estar mais suscetíveis
à influência de um espírito obsessos.
O abuso de substâncias tóxicas, como o
álcool ou drogas, além das emoções negativas e o exagero de palavras de baixa
frequência faz com que se tornem alvos fáceis de espíritos malignos. Geralmente,
há quatro sinais de possessão: domínio de línguas desconhecidas, conhecimento
de assuntos improváveis (detalhes da vida do exorcista, por exemplo), força
incompatível com a condição física e a idade do sujeito, e aversão ao sagrado.
Com a possessão confirmada, o padre dá início ao ritual, que segue o livro
Ritual de Exorcismo e Outras Súplicas, publicado pelo Vaticano e reproduzido no
Brasil pela Editora Paulus.
O exorcismo solene, chamado "grande
exorcismo", só pode ser praticado por um sacerdote, com a permissão do
bispo. Nele é necessário proceder com prudência, observando estritamente as
regras estabelecidas pela Igreja. O exorcismo visa expulsar os demônios ou
livrar da influência demoníaca, e isto pela autoridade espiritual que Jesus
confiou à sua Igreja. Bem diferente é o caso de doenças, sobretudo psíquicas,
cujo tratamento depende da ciência médica. É importante, pois, verificar antes
de celebrar o exorcismo se se trata de uma presença do maligno ou de uma
doença.
Fontes de pesquisa:
http://www.spectrumgothic.com.br
http://pt.wikipedia.org
http://www.brasilescola.com
http://pessoas.hsw.uol.com.br
http://vidaeestilo.terra.com.br
http://mundoestranho.abril.com.br
http://catecismo-az.tripod.com










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